31 março 2011

Fundo Cristão para Crianças e Fundação Amazonas Sustentável juntos em prol do desenvolvimento infantil na Amazônia

Desde meados de 2010, o Fundo Cristão para Crianças e a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) vêm trabalhando uma proposta de parceria para atuarem juntos na região Amazônica. A finalidade do trabalho é promover a implantação do Programa de Apadrinhamento, desenvolvido pelo Fundo Cristão para Crianças, integrado ao Programa Bolsa Floresta, criado pela FAS. O conhecimento, as experiências e os recursos de cada instituição irão contribuir para o desenvolvimento do potencial das crianças, famílias e comunidades ribeirinhas do local.

A proposta inicial é executar um projeto-piloto em dois Núcleos de Conservação e Sustentabilidade do Amazonas. Os programas sociais Animador Comunitário, Casinha de Cultura e Vigilantes da Água, promovidos pelo Fundo Cristão para Crianças, serão adaptados à realidade local. O piloto irá beneficiar cerca de 2,5 mil crianças e terá como suporte as instalações da FAS alocadas na região, por meio das unidades de conservação ambiental. A infraestrutura local vai oferecer acesso à internet para as crianças e transporte para a execução do projeto.

Atividades educacionais para jovens

As atividades educacionais da organização Centro de Apoio à Criança (Ceacri), parceira do Fundo Cristão para Crianças, localizada em Itapiúna/CE, estão a pleno vapor. Mais um trabalho com os jovens foi iniciado esta semana. Eles poderão aprender sobre a formação em saúde sexual e reprodutiva e também sobre a prevenção ao uso de drogas

Esse aprendizado é graças ao gesto solidário e de carinho de muitos padrinhos.

30 março 2011

Apadrinhamento beneficia toda a família!


Jovens gestantes atendidas pela organização parceira do Fundo Cristão para Crianças, Centro de Apoio à Criança (Ceacri), localizada em Itapiúna/CE, foram contempladas com informações e orientações sobre a importância do acompanhamento pré-natal. Elas puderam compartilhar suas dúvidas e medos a respeito do assunto. E a atividade não parou por aí. Foram realizadas oficinas para a confecção do enxoval do bebê, uma forma prazerosa de aprender a fazer as próprias roupinhas de seus filhos.

A oportunidade que esse grupo de gestantes teve é devido ao gesto solidário e de carinho de muitos padrinhos. A contribuição mensal de cada um, proporciona o desenvolvimento de muitas atividades e projetos que beneficiam diretamente milhares de crianças, jovens e famílias. Apadrinhe!

Projeto Olhares em Foco – Diário de campo 26/03/11

Ao chegar na Igreja Matriz, mesmo às 7h30, como combinado, lá já estavam todos os jovens com as câmeras fotográficas em mãos a espera de instruções de como deveriam fotografar e quantas imagens cada um necessitaria de fazer. Disse que, no mínimo, cada um deveria fazer 20 fotografias. Apenas uma jovem faltou por ter que ir trabalhar. Os jovens rapidamente desapareceram no meio das pessoas e barracas da feira.

Finalizamos a manhã combinando que no dia seguinte, domingo, não haveria encontro e que na segunda-feira faríamos a fotografia do grupo e escolheríamos as imagens que irão compor a exposição fotográfica do dia 31, quinta-feira. Cada jovem terá direito a duas fotografias.


Daniel Meirinho


Acompanhe o diário de campo de Daniel Meirinho, sobre o Projeto Olhares em Foco!

29 março 2011

Nos ajude a mudar esta triste realidade: apadrinhe uma criança!

A violência doméstica e o uso de drogas são os principais motivos que levam crianças e adolescentes às ruas. De acordo com o censo da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), cerca de 70% das crianças e adolescentes que dormem na rua foram violentados dentro de casa. Além disso, 30,4% são usuários de drogas ou álcool.

Os dados divulgados pela SDH apontam que 32,2% das crianças e adolescentes tiveram brigas verbais com pais e irmãos, 30,6% foram vítimas de violência física e 8,8% sofreram violência e abuso sexual. A busca da liberdade, a perda da moradia pela família, a busca de trabalho para o próprio sustento ou da família, os conflitos com a vizinhança e brigas de grupos rivais também levam os jovens à situação de rua.

Nos ajude a cuidar das crianças! Participe do Programa de Apadrinhamento do Fundo Cristão para Crianças e nos ajude a mudar essa triste realidade.   


Projeto Olhares em Foco – diário de campo 25/03/11

Hoje tivemos muita teoria. Foram duas horas de debate, leitura de textos e discussões sobre os direitos do autor, autorização de imagem, ética e a boa conduta do fotógrafo. Esses temas passaram pela cidadania e os direitos de quem fotografa e de quem é fotografado.

Convesamos também sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os direitos e deveres de cada criança e jovem; e o que o ECA fala sobre imagem e fotografia. O dia foi muito produtivo, pois os jovens participaram bastante e colocaram suas opiniões sobre os temas debatidos. No final do encontro, os jovens saíram para fotografar a Feira da Cidade de Virgem da Lapa, só que, desta vez, com conhecimentos técnicos de captação fotográfica.

Daniel Meirinho

Acompanhe o diário de campo de Daniel Meirinho, sobre o Projeto Olhares em Foco!

28 março 2011

Divulgue o apadrinhamento por e-mail com o novo powerpoint do Fundo Cristão

Para você, a melhor forma de divulgar o apadrinhamento para seus amigos é por e-mail?

Então aproveite o primeiro powerpoint que preparamos para você enviar para a sua lista e-mails. O arquivo traz os infográficos que preparamos explicando como funciona o apadrinhamento para o padrinho/madrinha, para o afilhado e como é o trabalho do Fundo Cristão. No final, traz o link para a página de apadrinhamento pela web. Bem legal né!

Faça o download do arquivo para o seu computador e depois insira este mesmo arquivo como anexo na mensagem de e-mail. Envie para seus amigos e ajude a multiplicar o apadrinhamento de crianças no Brasil!

Nesse .PPT teremos os 3 infográficos e um link para o www.apadrinhamento.org.br. Para quem gosta de enviar arquivos Powerpoint para os amigos, essa é uma ótima oportunidade!

27 março 2011

Projeto Olhares em foco - Diário de Campo 24/03/11

Nesta quinta-feira, 24/03, chegamos um pouco atrasados na comunidade por falta de transporte que nos levasse de Virgem da Lapa à Comunidade do Pega.

Assim que cheguei no Telecentro, uma hora atrasado, os jovens lá estavam todos a nossa espera. Falei rapidamente com eles e segui para a sala de informática do Telecentro, pois este dia estava programado uma aula sobre edição digital de imagem. Usamos softwares open source de programas de edição de imagem que não necessitam de licença. Os seis computadores do espaço foram montados há alguns meses e instalada uma antena para acesso à internet via rádio, já que na comunidade nem telemóveis funcionam por falta de rede. Apenas em um computador conseguimos instalar os programas, por falta de portas USB e leitores de CD, além dos outros terem uma configuração fraca para o funcionamento dos softwares.

Levei todos para uma sala, projetei a imagem na parede e expliquei passo a passo as funcionalidades mais básicas de edição de fotografias do software. Como havia deixado em um computador, estimulei-os a investigarem mais o programa.

Logo após explicar algumas funcionalidades as duplas e trios, uma de cada vez, ficaram comigo um tempo na sala de informática para testarem e aprenderem elas mesmos a trabalhar com o software. Fiz junto com eles e nas fotografias deles as edições. Os jovens se mostram muito interessados e entusiasmados em aprender o software, mas alguns adolescentes possuem dificuldades com a linguagem da informática.

No fim, todos passaram a ter uma noção básica de como poderiam alterar o tamanho da foto, o formato, editar as cores, brilhos e contrastes.

Daniel Meirinho

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26 março 2011

Projeto Olhares em foco - Diário de Campo 23/03/11


Com o nome do grupo e do projeto definido, teríamos agora que decidir como se chamaria a exposição que foi marcada para o dia 31 de março de 2011, próxima quinta-feira, no Telecentro da Comunidade do Pega. Algumas figuras públicas como secretários municipais, assistentes sociais, prefeito e diretores de escolas já confirmaram a presença. Os pais de cada jovem e outros moradores da comunidade receberão os convites e esperamos que eles participem.

Dada esta necessidade de escolha de um nome para a exposição, sentamos novamente e os jovens sugeriram mais algumas ideias. Esta teria que ter uma relevância com a comunidade até porque definimos naquele momento que a primeira exposição do grupo teria que ser sobre o Pega. Conversamos sobre os olhares estrangeiros, as perspectivas de quem está de fora e pode não conhecer aquela realidade que eles vivem e, através das perspectivas dos adolescentes, essa imagem será passada e, se possível, ampliada. Esse é um dos objetivos da oficina: difundir as realidades de cada comunidade através da fotografia e assim mostrar quem somos, como somos, onde estamos e como gostaríamos de ser vistos.

O debate iniciou e definimos, depois de vários nomes criativos, esse, no entanto, com mais unanimidade do que o nome do Grupo e do Projeto, que se chamaria 1ª Exposição Fotográfica “Nossos Olhares Sobre o Pega”. Assim conseguiriam resumir o que são as imagens a serem expostas em um título que será também a temática.

Após um fervoroso debate e muita conversa voltamos a discutir fotografia. Falamos sobre texturas, desenhos, linhas, cores. Saímos todos novamente para fotografar, mas aplicando as técnicas que havíamos aprendido no dia.

A oficina terminou com a visualização de todas as fotografias que cada um tinha feito até o momento. Alguns momentos foram bastante engraçados e outros reflexivos sobre as escolhas de enquadramento e ângulos que foram tomadas. As fotografias das famílias foram projetadas onde um conhecia os familiares dos outros. Muitos dos pais, apesar de não gostarem de ser fotografados, colaboraram com o nosso “álbum de família”.

Daniel Meirinho

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25 março 2011

Projeto Olhares em foco - Diário de Campo 22/03/11

Este foi o dia em que consegui entregá-los as apostilas que havia produzido para acompanharem os assuntos dados e tirarem dúvidas. Sentamos em círculo e falamos um pouco sobre os símbolos que são utilizados na fotografia digital e que na maioria são universais. Falamos sobre tipos de câmeras fotográficas: descartáveis, de visor direto, reflex e digitais. Nestas últimas, que são as que os jovens utilizam no projeto, foi explicado como as imagens são captadas, como elas são arquivadas e processadas. A diferença entre o filme fotográfico e o Pixel fez eles entenderem mais o funcionamento das câmeras. 

Logo após uma roda de conversas e debates sobre fotografia, juntamos para definirmos um nome que seria o do Projeto e outro do Grupo que seria formado pelos jovens do Pega. Várias ideias criativas surgiram. Discutimos sobre algumas e a relação que esses nomes teriam com a identidade do grupo e como marca do projeto. Depois de um longo e estimulante debate ficou escolhido o “Olhares em Foco” para o nome do projeto e o grupo se auto nominou Grupo “Visão do Vale”.  

Eles levaram as máquinas fotográficas mais um vez para casa, mas desta vez com a missão de fotografar a sua família, seus parentes. Amanhã vamos discutir a importância da família para a construção do cidadão e tentarmos observar as relações familiares existentes entre os jovens participantes e seus pais, mães, irmãos, tios, primos e avós.


Daniel Meirinho

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Momentos que só podem ser sentidos por quem apadrinha

Adivinhe no que está pensando está criança? Adivinhou? Ela vai começar a escrever para seu padrinho. Vai contar tudo o tem aprendido diariamente na organização parceira do Fundo Cristão para Crianças e de como está feliz. Você também quer sentir essa emoção? Apadrinhe uma criança. Se dê a oportunidade de vivenciar esse momento tão especial que marcará a sua vida.  

Acesse http://www.apadrinhamento.org.br/ e conheça as histórias de cada criança.

24 março 2011

Projeto Olhares em Foco – Diários de campo 18, 19, 20 e 21/03

Morador do Vale do Jequitinhonha aprendendo a fotografar  
Por meio da fotografia, 40 jovens em situação de vulnerabilidade social das regiões urbana e rural de Minas Gerais terão a oportunidade de reconstruirem e refletirem sobre a própria identidade.

O projeto “Olhares em Foco”, desenvolvido em parceria com Daniel Meirinho, jornalista, fotógrafo e doutorando em Comunicação e Ciências Sociais pela Universidade de Lisboa (Portugal) e também facilitador do projeto, propõe a reflexão identitária referente aos espaços de convivência e relações sociais destes jovens sob três aspectos: autobiografia, família e comunidade. A reflexão será realizada pelos jovens através da análise das imagens registradas nestes espaços e em debates promovidos pelo facilitador. Além de adquirirem conhecimentos sobre técnicas e recursos fotográficos, os jovens terão a oportunidade de mostrarem por meio de uma exposição ao ar livre o cotidiano da comunidade, através de seus olhares e suas escolhas. A primeira etapa do projeto já começou no Vale do Jequitinhonha. No mês de abril, é a vez jovens urbanos que vivem em Belo Horizonte revelarem seus olhares e suas imagens.

Breve descrição sobre a Comunidade Pega

A Comunidade da Pega é uma vila Quilombola que fica à 10km do município de Virgem da Lapa no Médio Jequitinhonha, norte do estado de Minas Gerais. Ela é constituída por escravos fugidos de uma fazenda que havia na outra margem do Rio Araçuaí. A comunidade Pega foi reconhecida como quilombola em 18 de maio de 2007 pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Segundo a informação de uma moradora, dona Joana Leite de Souza Nascimento, de 88 anos e neta de escravos, quando os escravos fugiam pelo rio Araçuaí, os Capitães do Mato gritavam: pega… pega, e assim ficou conhecida a comunidade. Atualmente, a comunidade possui 50 família e grande parte vive da agricultura familiar e da migração para o corte de cana e a colheita do café. Alguns pais de família passam entre 8 à 10 meses fora de casa.
Diário de Campo 18/03/11  
Foto realizada por João morador do Vale do Jequitinhonha  

Hoje foi programada a primeira conversa com os jovens e a possibilidade de iniciarmos as oficinas. Segui para a Comunidade do Pega onde chegamos por volta das 14h eu, a Maristania, coordenadora Associação de Promoção Infantil Social e Comunitária - Aprisco e a educadora social Fátima, que me acompanhará durante todas as oficinas. O Telecentro estava lotado de jovens. Todos com idades entre 12 e 18 anos. Inicialmente a Aprisco havia mobilizado 15 jovens. No entanto, com o entusiasmo de alguns e sobre a proposta, a oficina começou com 20.

Iniciamos com uma dinâmica em que me apresentei e com um rolo de barbante que passei para outra pessoa da roda e esta tinha que dizer o seu nome, idade, ano na escola e onde morava. No fim da atividade, tínhamos uma teia que nos unia enquanto grupo com os mesmos interesses e, agora, com uma ligação. Iriamos juntos falar sobre as nossas expectativas em relação aos encontros.

Conversamos sobre a importância da comunicação para as relações humanas e foi feita uma dinâmica da Torre de Babel. Os jovens foram divididos em quatro grupos de cinco adolescentes e durante os quinze minutos seguintes só poderiam se comunicar com gestos e sons emitidos por animais. Essa dinâmica serviu para que os jovens entendam o quanto só usamos a comunicação verbal em nossas vidas e esquecemos outras formas de comunicação.

Discutimos a importância da comunicação ser limpa, clara e objetiva para que não hajam ruídos da informação e falhas no processo de emissão até a recepção da mensagem. Logo após falamos sobre os cinco sentidos e a visão como o sentido que exploraremos mais. Falamos sobre história da representação feita pela imagem, desde as pinturas rupestres, passando pela pintura, escultura e processos de mecanização de reprodução de imagem como xilogravura e litografara até a história da fotografia. Foi debatido questões sobre o mundo real e o mundo das ilusões, a importância da imagem como arquivo e memória.

No fim, após quase 4h de atividades, combinamos como seria a primeira saída fotográfica deles no dia seguinte. A saída seria para fotografar a Feira da Cidade de sábado de Virgem da Lapa. Combinamos às 8h do Sábado, em frente a Igreja Matriz de Virgem da Lapa. Como a proposta da oficina é captar as suas realidades e aprender a fotografar fotografando, a primeira saída será sem muitas informações técnicas para que eles aprendam a partir dos seus próprios erros.

 Diário de Campo 19/03/11

Dia-a-dia da comunidade no Vale do Jequitinhonha
Logo quando cheguei na Igreja Matriz, onde tínhamos marcado às 8h, avistei um grupo grande dos jovens sentados na escadaria. Estavam todos entusiasmados para pegarem nas câmeras. Os grupos foram definidos por três jovens por câmera e cada um poderia tirar apenas 20 fotografias. As escolhas teriam que ser priorizadas. Levariam com eles também uma caneta e uma ficha que preencheriam com o número da fotografia, o nome do fotógrafo e uma breve descrição da imagem que foi captada. Eles rodavam a Feira em busca de imagens e voltavam sempre para mostrarem as fotografias que haviam tirado. Após duas horas e meia todos haviam feito às suas imagens que veríamos no dia seguinte.

Diário de Campo 20/03/11 
Jovens do Vale do Jequitinhonha praticam a arte de fotografar
O encontro foi marcado às 13h30 no Telecentro. O combinado entre eu e os jovens foi que seria passado um filme. Era um domingo e faríamos assim uma atividade mais leve como um cinema na comunidade. O filme foi o documentário Nascidos em Bordéis (Born Into Brothel), premiado em festivais internacionais de cinema e organizações de promoção aos direitos humanos. O documentário foi realizado a partir do projeto Kids With Cameras, criado em 2002 pela fotógrafa norte-americana Zana Briski e dinamizado com crianças que viviam em Bordéis do bairro da Luz Vermelha, em Calcutá, na Índia. Antes de iniciarmos o filme, fiz uma apresentação e projetei para os jovens algumas fotografias que foram feitas no dia anterior na Feira. As escolhas foram discutidas entre cada um. Quem era cada personagem e porque haviam escolhido fotografar as diferentes cenas da Feira.

Após o filme, foi realizado um debate sobre as semelhanças existentes entre o projeto Kids With Cameras realizado na Índia e o que estávamos nos propondo a desenvolver com eles e junto à Comunidade da Pega. O filme proporcionou uma abertura de horizontes, de que o que estava a ser feito é possível, das dimensões que a proposta poderá vir a ter e que eles não estavam isolados no mundo fazendo uma proposta particular e pontual, outros jovens também estavam tentando mostrar as suas realidades através da fotografia.

O dia terminou com uma apresentação sobre técnicas de que revelam a harmonia da imagem fotográfica dentro do quadro: o enquadramento e às escolhas que poderão ser feitas para que aquele momento ou objeto possa ser captado e arquivado na memória fotográfica.

Os jovens levaram as máquinas fotográficas para casa e apesar de discutirmos algumas técnicas, ficou acordado que cada um teria um estilo livre de enquadramento e escolha fotográfica. Não definimos temas, mas pedi que fotografassem a comunidade deles e suas referências.

Diário de Campo 21/03/11
Momento captado por Alice, aluna da oficina Olhares em Foco 
Ao chegar na comunidade, os jovens estavam na rua ainda fotografando com as máquinas que foram dadas no dia anterior. Seguimos para o Telecentro e projetamos todas as imagens que eles haviam captado. Houve um debate sobre as suas escolhas e quais os resultados que esperavam com cada fotografia tirada. Belas imagens foram captadas da comunidade e momentos únicos onde só eles teriam acesso e só o olhar desses observaria a importância daquele momento captado.

Ao terminar de ver todas as fotografias, falamos um pouco mais sobre composição fotográfica, planos, luzes e ângulos. Como as nossas escolhas e a mensagem que pretendemos obter com cada imagem pode ser potencializada a partir de um plano e um ângulo que valorize mais a informação que será passada pela foto. Ao final, saímos para fotografar e aplicar os conhecimentos de diferentes tipos de luzes, planos e ângulos que haviam aprendido a pouco. Acompanhei a todos que ficaram pelas ruas da comunidade e fiquei tirando algumas dúvidas sobre o funcionamento das câmeras digitais e do assunto que lhes foi apresentado.

Por fim, todos levaram novamente às câmeras para casa com o objetivo de fotografarem suas famílias e o seu ambiente familiar. Dia 22 de março definiremos um nome para o Grupo e falaremos com eles um pouco mais sobre como eles querem que seja realizada a exposição fotográfica. Como é uma exposição com seus produtos, nada mais justo que eles definam como eles querem.

Daniel Meirinho

Acompanhe o diário de campo de Daniel Meirinho, sobre o Projeto Olhares em Foco!

23 março 2011

Jogo do Zeca para divulgar o apadrinhamento

Divulgar o apadrinhamento na web nunca foi tão divertido! O Fundo Cristão para Crianças apresenta o Jogo do Zeca, um banner vertical para sites e blogs que traz um game super legal.

Zeca, o nosso mais novo amigo, foi batizado pelo grupo de multiplicadores do Fundo Cristão pela Criança na web, que escolheu entre Lipe, Nando e Zeca. No jogo, você tem que descobrir o que ele precisa para crescer feliz e saudável. De forma lúdica, você é convidado para conhecer e participar do apadrinhamento de crianças.

Faça download do Jogo do Zeca e encante seus leitores e amigos.

Crianças sem acesso ao saneamento básico podem ficar menos inteligentes



“O saneamento é provavelmente o investimento mais importante em saúde pública, afinal grande parte dos parasitas são transmitidos pela água."A afirmação do doutorando em Biologia da Universidade do Novo México (EUA) não vem de uma preocupação propriamente com as doenças infecciosas, mas com a relação negativa entre elas e o coeficiente de inteligência (QI).

A suspeita de Christopher Eppig e equipe partiu do fato de que alguns parasitas se alimentam de partes do corpo humano e a reposição desse dano tem alto custo energético – uma energia que poderia ser descontada da atividade cerebral. Em um recém-nascido, 87% das calorias absorvidas na alimentação vão para o cérebro – porcentagem que cai para 23% na fase adulta. Daí a preocupação em se saber como doenças que “roubam” energia das crianças podem afetar seu desenvolvimento intelectual.

A diarreia, por exemplo, é apontada como maior causa de morte em crianças com menos de cinco anos. No Brasil, a doença mata sete crianças por dia. As que sobrevivem provavelmente são prejudicadas em sua atividade cerebral.  Isso porque, enquanto o cérebro é a parte do corpo que mais gasta energia, o sistema imunológico é o segundo. Aos cinco anos de idade, metade da energia consumida vai para o cérebro. Quando a criança adoece, a ativação do sistema imunológico passa a exigir mais de 30% das calorias que ela ingere.

Diversos estudos nos últimos anos procuraram relacionar o coeficiente de inteligência com causas biológicas. Já se evidenciou, por exemplo, que a simetria do corpo tem relação direta com a qualidade do cérebro, devido a uma maior capacidade pulmonar. A obesidade também foi constatada como fator de baixo desenvolvimento cerebral, enquanto a longevidade está ligada aos altos QIs. As pesquisas mais recentes mostraram que os fatores educação e complexidade do emprego também são influências positivas do QI, que se liga negativamente a fatores como mortalidade infantil e clima.

Relação direta

Apresentada aos jornalistas ontem durante o fórum Água em Pauta, em Jundiaí (SP), a pesquisa de Eppig não se soma aos estudos anteriores, mas procura integrá-los: doenças infecciosas também prejudicam a formação simétrica do corpo, enquanto o clima de altas temperatura e umidade – já anteriormente apontado como fator para um baixo QI na média populacional – é ainda um fator de proliferação de doenças tropicais, como a malária.

Para provar a relação, mediu-se a média de QI populacional em 184 países, usando testes, como de Raven, que não usam números ou letras e cuja avaliação e, portanto, independem da cultura dos avaliados. Os resultados foram comparados com os “DALYs” de cada país - um DALY, unidade usada pela Organização Mundial de Saúde, significa um ano perdido com doenças infecciosas a cada 100 mil habitantes. No Brasil, os 1628 DALYs corresponderam a um QI médio. Com 13 milhões de habitantes sem acesso a banheiro (OMS/UNICEF), o país é o nono nesse ranking mundial “da vergonha”.

No Brasil, onde há mais redes de telefonia do que de esgoto, faleceram no hospital 2409 vítimas de infecções gastrointestinais em 2009. Delas, 1277 poderiam ser salvas pelo acesso universal ao saneamento básico.  Hoje não se sabe se é possível reverter os danos causados ao cérebro pelas doenças infecciosas. Mas o pesquisador sugeriu em sua apresentação três reversões de prioridade nas políticas públicas: medicina preventiva, educação e saneamento básico.  Na oportunidade, a representante do Instituto Trata Brasil, Milena Serro, desejou “que a política seja usada para se fazer o saneamento, e não o contrário.” (Envolverde)


22 março 2011

Dia Mundial da Água: Declaração Conjunta sobre a Captação de Água da Chuva

A água da chuva é um recurso valioso de água e a sua gestão deve ser melhorado drasticamente. Uma melhor gestão da água da chuva irá diminuir a sobre-exploração dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos, irá encurtar os períodos de seca e reduzir o pico de inundações em períodos chuvosos.

A Associação Internacional sobre Sistemas de Captação de Água de Chuva (IRCSA), ARCSA, IRHA e outras entidades internacionais decidiram reunir-se no Dia Mundial da Água 2011, com uma declaração conjunta, chamando a atenção para os muitos benefícios do aproveitamento da água da chuva.


Declaração Conjunta sobre a Captação de Água da Chuva

O Conselho dos Direitos Humanos da ONU afirma o direito humano à água potável. Agora é a hora para os governos do mundo contribuírem para a o fornecimento regular de água potável de maneira segura, acessível e alcançável em quantidade suficiente para mais 884 milhões de pessoas.

No Dia Mundial da Água 2011, as organizações abaixo assinadas desejam propor energicamente o uso de água da chuva: ela deve ser considerada como um importante instrumento nos esforços para minimizar os problemas relacionados com a água que já existem.

• A água da chuva é um recurso valioso que é subutilizado. Sua captação e uso podem aliviar os desafios de água potável, água não-potável, drenagem e desafios energéticos.

• Soluções locais de captação de água da chuva melhoram a segurança da água e proporcionam importante alívio para famílias e comunidades.

• Em todo o mundo, a infiltração de águas pluviais, sua captação e armazenamento oferecem benefícios para o meio ambiente, a fauna, seres humanos e melhoram a disponibilidade de água para a indústria e a agricultura.

• É tempo de a captação de águas da chuva ser incluída nos planos de desenvolvimento de todas as agências governamentais, como parte de suas estratégias de manejo de seus recursos hídricos integrados.

• A introdução do conceito de manejo de água de chuva - a maximização dos benefícios da chuva como um recurso vital e minimizando os riscos potenciais de enchentes – nos currículos das escolas técnicas e das universidades trará benefícios futuros para o novo planejamento urbano e projetos arquitetônicos e agrícolas.

Novo www.apadrinhamento.org.br

O www.apadrinhamento.org.br mudou porque apadrinhar é transformar a vida de crianças e suas famílias. É levar esperança, saúde, educação, desenvolvimento para quem mais precisa. Apadrinhar é ser responsável, se importar com as pessoas e ajudar a construir um mundo melhor. É legal, alegre e simples!
O novo endereço de apadrinhamento do Fundo Cristão para Crianças está mais interativo, completo, informativo e divertido! Lá você entende o processo de apadrinhamento através de infográficos, vídeo e textos que priorizam os resultados e a transformação positiva promovida pela ação de apadrinhar.
Encontre ainda tudo o que você precisa para multiplicar e divulgar o apadrinhamento entre seus amigos, familiares e colegas de forma interessante e alegre.

Acesse www.apadrinhamento.org.br e deixe o seu comentário sobre o novo site aqui.

Projeto Vigilantes da Água é selecionado para o concurso Walter for Life promovido pela ONU

Solidariedade e vontade de aprender. Essas são algumas das características dos jovens e adultos voluntários que participam do projeto Vigilantes da Água desenvolvido pelo Fundo Cristão para Crianças e sua rede de parceiros, nas comunidades rurais do semiárido brasileiro. Classificado em segundo lugar no Prêmio Ouro Azul realizado pelo jornal Estado de Minas e Diário Associado, o projeto foi selecionado para a final do concurso Water for Life promovido pela ONU. O resultado será hoje, dia 22 de março, data em que se comemora o Dia Mundial da Água.

O projeto Vigilantes da Água consiste na capacitação de grupos comunitários formados por jovens voluntários que desejam aprender a monitorar a qualidade da água das fontes que abastecem as famílias da região. Verificam se as águas são potáveis e seguras para o consumo humano. Esse trabalho só é possível graças ao uso de um kit ou pequeno laboratório de análises simplificado que permite determinar de forma rápida e segura se uma fonte de água pode ser utilizada. Os kits foram desenvolvidos para a utilização em condições de campo por pessoas com pouco ou nenhum conhecimento técnico específico, bastando apenas a vontade de aprender os princípios de seu funcionamento e disposição para, voluntariamente, praticar o monitoramento como vigilante em sua comunidade. Duzentos e oitenta vigilantes da água já foram treinados beneficiando mais de 1400 famílias e 7400 pessoas.

Com o resultado do trabalho muitas famílias são informadas sobre a qualidade de água que até então era desconhecida, pois na maioria das comunidades rurais não existe sistemas de monitoramento e controle da qualidade da água. Aproximadamente 70% da população não conta com serviços de abastecimento de água tratada por meio de redes. Agora, com os kits de monitoramento da qualidade da água, as comunidades podem evitar possíveis problemas de contaminação e os riscos de seu consumo.



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Você também pode apoiar este projeto e nos ajudar a melhorar a vida de quem não tem acesso a água de qualidade.
1) Doe um kit dos Vigilantes da Água do nosso Catálogo Presentes de Alegria e Esperança (item 10)
2) Apadrinhe uma criança que vive em umas das comunidades beneficiadas pelo Fundo Cristão para Crianças.
3) Espalhe essa ideia para seus amigos!

21 março 2011

Programa de monitoramento da água é divulgado no Jornal Nacional


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Você também pode apoiar este projeto e nos ajudar a melhorar a vida de quem não tem acesso a água de qualidade.
1) Doe um kit dos Vigilantes da Água do nosso Catálogo Presentes de Alegria e Esperança (item 10)
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3) Espalhe essa ideia para seus amigos!

Família beneficiada pelo Programa Água para a Vida.

Dona Carmina, mãe de Wenguer, criança apadrinhada da comunidade de Araçuaí (MG), foi beneficiada com uma cisterna construída pelo Programa Água para a Vida.
“Pra mim está sendo muito bom, pois temos água boa pra beber e cozinhar. Antes o menino só andava doente. Este ano, já levei ele no médico e o exame que fez não deu verme”.




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Você também pode apoiar este projeto e nos ajudar a melhorar a vida de quem não tem acesso a água de qualidade.
1) Doe um kit dos Vigilantes da Água do nosso Catálogo Presentes de Alegria e Esperança (item 10)
2) Apadrinhe uma criança que vive em umas das comunidades beneficiadas pelo Fundo Cristão para Crianças.
3) Espalhe essa ideia para seus amigos!

20 março 2011

Água para a Vida: um programa socioambiental que ameniza o problema da escassez de água de muitas famílias no semiárido brasileiro.

Desenvolvido pelo Fundo Cristão para Crianças e sua rede de organizações parceiras, desde 2001, o Programa Água para a Vida atende famílias que enfrentam dificuldades de acesso a uma fonte de água sustentável, com quantidade e qualidade satisfatórias para o consumo humano, em comunidades rurais da região semiárida de Minas Gerais, Ceará e Pernambuco. A escassez desse recurso faz com que as pessoas utilizem qualquer tipo de água encontrada ao seu alcance, ainda que desconheçam sua qualidade, aumentando, assim, os riscos de contraírem doenças graves.
O Programa Água para a Vida visa melhorar o abastecimento de água para as famílias por meio do aproveitamento da água de chuva, tanto para consumo humano quanto para a produção irrigada de alimentos. Para tanto, são desenvolvidos os seguintes projetos:
- Cisternas: são tanques construídos para armazenar a água de chuva captada nos telhados das casas; este sistema de abastecimento é capaz de suprir as necessidades básicas (água para beber, cozinhar e higiene) de uma família de até cinco pessoas por até seis meses; 680 famílias já receberam a cisterna beneficiando mais de 3400 pessoas;
- Pequenos açudes: são construídos em pontos estratégicos das comunidades com a finalidade de reter e armazenar a enxurrada, evitando que esta se perca e possa ser utilizada na estação seca para irrigar hortas comunitárias; 180 famílias já estão cultivando em torno de 5 açudes beneficiando mais de 800 pessoas;
- Vigilantes da Água: são grupos de jovens e adultos voluntários que realizam o monitoramento participativo da qualidade da água das fontes que abastecem as comunidades e verificam se estas são potáveis e seguras para consumo humano; 280 vigilantes da água já foram treinados beneficiando mais de 1400 famílias e 7400 pessoas.

Uma parte importante do trabalho dos vigilantes da água é monitorar a qualidade da água de consumo humano das fontes que abastecem as comunidades. Isso só é possível graças ao uso de um kit ou pequeno laboratório de análises simplificado que permite determinar de forma rápida e segura se uma fonte de água pode ser consumida com segurança pelas pessoas, ou seja, se ela é potável. Esses kits foram desenvolvidos e adaptados para utilização em condições de campo por pessoas com pouco ou nenhum conhecimento técnico específico, bastando apenas a vontade de aprender os princípios de seu funcionamento e disposição para, voluntariamente, praticar o monitoramento como vigilante em sua comunidade.
Como resultado deste trabalho, destacamos a produção e divulgação para as famílias de informações sobre qualidade de água até então desconhecidas, pois na maioria das comunidades rurais não existem sistemas de monitoramento e controle da qualidade da água das fontes que abastecem as famílias. Aproximadamente 70% da população não conta com serviços de abastecimento de água tratada por meio de redes. Estabelece-se assim, um sistema de alerta nas comunidades informando possíveis problemas de contaminação de água e os riscos de seu consumo pela população.

Cisterna construída pelo Programa Água para a Vida
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Você também pode apoiar este projeto e nos ajudar a melhorar a vida de quem não tem acesso a água de qualidade.
1) Doe um kit dos Vigilantes da Água do nosso Catálogo Presentes de Alegria e Esperança (item 10)
2) Apadrinhe uma criança que vive em umas das comunidades beneficiadas pelo Fundo Cristão para Crianças.
3) Espalhe essa ideia para seus amigos!


Moradores da região semiárida de Minas Gerais e Ceará aprendem a monitorar a qualidade da água consumida



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19 março 2011

Por que doar um kit e apoiar os Vigilantes da Água?

Porque a maioria das famílias que moram em comunidades rurais desconhecem a qualidade da água que estão consumindo e possíveis riscos para sua saúde.
Porque a água é um alimento vital para a saúde e as pessoas precisam saber o tipo de água que estão consumindo.
Porque com a utilização do kit Vigilantes da Água muitas famílias poderão se proteger da ingestão de água contaminada.
Porque o monitoramento da água garante mais saúde as famílias. Saúde é sinônimo de bem-estar. E estar bem é o mais importante de tudo.
Porque as comunidades rurais precisam de nossa solidariedade. E ser solidário é garantir sorrisos.
Se você está convencido de que esta ação é realmente importante para a qualidade de vida das crianças e suas famílias, então é com você! Conheça melhor este projeto, saiba como apoiá-lo e ajude-nos a manter motivados e atuantes os grupos de vigilantes da água. Sua contribuição ajudará muitas famílias.

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Você também pode apoiar este projeto e nos ajudar a melhorar a vida de quem não tem acesso a água de qualidade.
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2) Apadrinhe uma criança que vive em umas das comunidades beneficiadas pelo Fundo Cristão para Crianças.
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Vigilante da Água fala sobre o processo de monitoramento da água na comunidade Córrego da Velha, em Araçuaí (MG)



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18 março 2011

Vigilantes da Água na pratica

 Prática de campo durante oficina de capacitação para novos grupos de vigilantes





  




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Kit Potabilidade – a ferramenta de trabalho dos Vigilantes da Água


Uma parte importante do trabalho dos vigilantes da água é monitorar a qualidade da água de consumo humano das fontes que abastecem as comunidades. Isso só é possível graças ao uso de um kit ou pequeno laboratório de análises simplificado que permite determinar de forma rápida e segura se uma fonte de água pode ser consumida com segurança pelas pessoas, ou seja, se ela é potável. Esses kits foram desenvolvidos e adaptados para utilização em condições de campo por pessoas com pouco ou nenhum conhecimento técnico específico, bastando apenas a vontade de aprender os princípios de seu funcionamento e disposição para, voluntariamente, praticar o monitoramento como vigilante em sua comunidade.
Como resultado deste trabalho, destacamos a produção e divulgação para as famílias de informações sobre qualidade de água até então desconhecidas, pois na maioria das comunidades rurais não existem sistemas de monitoramento e controle da qualidade da água das fontes que abastecem as famílias. Aproximadamente 70% da população não conta com serviços de abastecimento de água tratada por meio de redes. Estabelece-se assim, um sistema de alerta nas comunidades informando possíveis problemas de contaminação de água e os riscos de seu consumo pela população.

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Você também pode apoiar este projeto e nos ajudar a melhorar a vida de quem não tem acesso a água de qualidade.
1) Doe um kit dos Vigilantes da Água do nosso Catálogo Presentes de Alegria e Esperança (item 10)
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17 março 2011

Aprenda a economizar água

Cuidar da água é um dever de todos. Veja algumas dicas para economizar e preservar esse precioso recurso natural:
- Fechar a torneira quando for escovar os dentes ou fazer a barba. Deixando-a aberta, há um consumo aproximadamente de 20 litros de água.
- Tome banhos rápidos. Em banhos demorados o consumo de água pode ser de 95 a 180 litros. Tomando banhos rápidos você economiza água e energia.
- Ao esfregar as roupas, mantenha a torneira do tanque fechada e abra-a somente quando for enxaguar.
- Use balde ao invés de mangueira para lavar o carro.
- Jamais use água para varrer a calçada, pátios, jardins e quintais.
- Corrija os vazamentos! Uma torneira pingando consome 46 litros de água por dia e num mês 1.380 litros!
- Não abuse da descarga. Uma descarga com válvula pode utilizar em média 20 litros de água em um único aperto.
- Ao lavar vasilhas e louças não deixe a torneira aberta o tempo todo. Ensaboe-as primeiro com a esponja e depois enxágüe tudo de uma só vez.
- Ao regar as plantas coloque bacias ao ar livre para captar a água das chuvas e usá-las para regar as plantas. Regue sempre de manhã cedo, evitando que a água evapore com o calor do dia. Mas utilize a água, no máximo, no dia seguinte para evitar o aparecimento de vetores como o mosquito da dengue.

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Um dia sem água: já imaginou?

Um dia sem água. Você já parou para pensar como seria ficar um dia sem este precioso recurso da natureza? Se já, é sinal de que se preocupa com o mundo em que vive. Mas se ainda não refletiu sobre isso, está na hora de começar a pensar. Pensando apenas na utilização pratica da água na vida humana, imagine chegar em casa, cansado, depois de um belo dia de trabalho e não ter água quentinha para tomar um banho, saciar sua sede durante o dia, não ter como fazer uma boa higiene como lavar as mãos, as roupas, escovar os dentes. Não ter como fazer seu próprio alimento, imaginou? Certamente é fácil imaginar que, no mínimo, nosso modo e estilo de vida seriam bem diferentes daquele que temos hoje. Seria impossível nos mantermos vivos. Por esta razão, é preciso aprender o quanto antes o real valor da água para a vida humana e para a natureza, para então descobrimos como nos beneficiarmos desta riqueza, conservando-a e preservando-a para a manutenção de todas as formas de vida que dela dependem.
Se você ainda não conhece o projeto Vigilantes da Água, desenvolvido pelo Fundo Cristão para Crianças e sua rede de organizações parceiras, não perca tempo, informe-se. Ajude-nos a divulgar este trabalho que capacita grupos voluntários formados por jovens e adultos a desenvolverem boas práticas de gerenciamento da água em suas comunidades.


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16 março 2011

Depoimento da madrinha Cris Guerra sobre os Vigilantes da Água


“Sou Cris Guerra e posso dizer que ver de perto como funciona o programa Vigilantes da Água me tocou por dois fatores: primeiro, porque descobri que uma boa parte da população desse Brasil vive sem ter sequer água limpa perto de casa. Para nós, padrinhos que temos casa, comida na mesa e educação de qualidade, muitas vezes é impensável encontrar tantas pessoas nessa situação tão precária. Ao ver de perto essa realidade, ficamos muito tocados e entendemos a grandeza do significado de nossa pequena ajuda através do apadrinhamento. Percebemos que o trabalho é árduo e longo, como plantar pequenas sementes que ainda vão demorar a dar frutos. Mas é aí que mora a beleza do trabalho do Fundo Cristão. Ao chegar mais perto das comunidades para capacitá-las a identificar a qualidade de sua água, o Fundo Cristão não está fazendo assistencialismo, mas acima de tudo ajudando, pouco a pouco, a dar condições para que os cidadãos excluídos possam caminhar com suas próprias pernas a fim de alcançar dignidade e uma melhor qualidade de vida”
Quem ainda não viu o vídeo da Cris durante a visita, aproveite!

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15 março 2011

Maria Silva é diretora de escola beneficiada pelo projeto Vigilantes da Água


“Este projeto tem por objetivo geral despertar a população para a preservação do meio ambiente; nós organizamos várias atividades para conscientização dos alunos na escola como aulas sobre reciclagem do lixo, passeio pela comunidade para coleta de lixo; hoje nós vemos a importância deste projeto, pois hoje os próprios alunos falam para os professores da necessidade de levar o projeto para outras comunidades; a escola está aberta e disposta a continuar apoiando o projeto.”

Maria Silva é diretora da escola da comunidade Jardim, localizada no município de Ibicuitinga, estado do Ceará.

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14 março 2011

Moésio também é um Vigilantes da Água

 “Este trabalho vem melhorando bastante o monitoramento da água e fazendo com que as pessoas se conscientizem mais a respeito da água em nossa comunidade; nós encontramos bastantes dificuldades, mas hoje a população se encontra muito mais se auto-policiando do açude que tem em nossa comunidade ”

Moésio Lopes Gomes é um Vigilante da Água da comunidade Jardim, localizada no município de Ibicuitinga, estado do Ceará.
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12 março 2011

Francisco é Vigilante da Água no Ceará


 “Nós fazemos a visita às famílias, conversamos com ela, mostramos o problema que existe na comunidade, mostramos como funciona o projeto, mostramos algumas analises da água que já foram feitas, mostramos como está à situação atual em nossa comunidade em relação à água e ao meio ambiente; convidamos as famílias para sempre participar das reuniões, de cursos educativos que chegam a nossa comunidade, mostramos às famílias a importância de sua participação e que sem esta, somente 4 ou 5 pessoas do grupo de vigilantes não conseguirão mudar a situação da comunidade”
Francisco Lopes de Oliveira é um Vigilante da Água da comunidade Jardim, localizada no município de Ibicuitinga, estado do Ceará.
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11 março 2011

A madrinha Cris Guerra conheceu o projeto Vigilantes da Água

Resgatando o vídeo do nosso arquivo...


No vídeo Cris Guerra conhece como uma família participante do projeto Vigilantes da Água faz o controle da qualidade da água na comunidade Bidó em Medina (MG).
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10 março 2011

Assista ao vídeo e entenda como funciona o Vigilantes da Água

O Fundo Cristão para Crianças conta com os seguintes parceiros para o desenvolvimento do projeto Vigilantes da Água no Brasil: a Universidade de Auburn, sediada no estado norte-americano do Alabama que compartilha a metodologia e a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) que desenvolve o projeto na região nordeste do Brasil e realiza colaboração técnica e publicações sobre o tema.

Assista ao vídeo produzido pela Embrapa sobre os Vigilantes da Água:




Ainda na expectativa pelo resultado do concurso Water for Life


Como reconhecimento às boas práticas, o projeto Vigilantes da Água já foi finalista do Prêmio ANA da Agência Nacional das Águas em 2006, segundo lugar no 9º Prêmio Furnas Ouro Azul em 2006 promovido pelo Estado de Minas e Diário Associados e este ano foi selecionado para a final do concurso Water for Life (Água para a vida) promovido pela ONU.
 
O resultado do concurso será divulgado no próximo dia 22 de março - Dia Mundial da Água (e não dia 28/02 como havíamos divulgado anteriormente). Continue torcendo!

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