25 abril 2014

Mascotes do Cruzeiro visitam o GCRIVA




Raposão e Raposinho, mascotes do Cruzeiro, foram atrações da Semana de Arte do GCRIVA, Grupo Criança em Busca de uma Nova Vida, organização social parceira do ChildFundBrasil, que atende crianças e adolescentes de Morro Alto, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte.


 Os mascotes proporcionaram momentos lúdicos e educativos para cerca de 320 crianças e adolescentes do GRIVA, além de divulgarem uma cartilha sobre alimentação saudável, convívio familiar e prevenção de acidentes domésticos na primeira infância.
“Com a participação do Raposão e Raposinho, mascotes do time do Cruzeiro, tivemos maior adesão dos beneficiados e suas famílias na divulgação da cartilha  e, ainda, ressaltamos a importância do esporte no desenvolvimento saudável e seguro das crianças e adolescentes”, nos contou Tatyana Gurgel, coordenadora geral do GCRIVA.

"Com eventos lúdicos conseguimos trabalhar temáticas educativas fundamentais no auxílio à diminuição da pobreza, da violência, das drogas, do abandono afetivo, e de tantas outras mazelas que assolam nossa sociedade, daí a importância da visita dos mascotes à nossa Instituição, que trouxe alegria, esperança, enfim, um momento inédito na vida de cada criança e adolescente!”, completou Tatyana.

As crianças e jovens participantes do evento foram embora extasiados, tamanha a alegria por ver, tão de perto, ídolos até então vistos apenas pela TV.

O GCRIVA atua em Vespasiano desde 1991, realizando projetos com crianças e adolescentes em situação de risco social.
Se você quer ajudar a transformar a vida de crianças e adolescentes como as do GCRIVA, é fácil, bastar clicar aqui e ser um padrinho ou madrinha.

 

Parceria entre Fundação Telefônica e ChildFund Brasil retira 46% das crianças atendidas do trabalho infantil


Brasil tem meta internacional de erradicar o trabalho infantil até 2020

Fundação Telefônica Vivo e a ONG ChildFund Brasil atuam em parceria, desde 2012, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, na prevenção e combate ao trabalho infantil. A iniciativa mapeou as áreas de maiores riscos e hoje, com dois anos de trabalho, já apresenta resultados positivos para crianças e adolescentes, além de toda a comunidade envolvida.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2011, o Brasil tinha cerca de 3,7 milhões de crianças em situação de trabalho infantil, das quais 1,5 milhões estavam concentradas nos estados de Alagoas, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. Por isso, a região do seminário é foco de atuação da Fundação Telefônica Vivo e a parceria com o ChildFund Brasil, afiliada do ChildFund Internacional, é parte estratégica para destinar ainda mais esforços e investimentos para a região. O Brasil é um dos países comprometidos em eliminar as piores formas de trabalho infantil até 2015 e de erradicar a totalidade do trabalho infantil até 2020, conforme proposta da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Um mapeamento da região identificou que as principais atividades realizadas por meninas e meninos eram de trabalho doméstico (afazeres de casa como cozinhar, limpar a casa, cuidar de irmãos e irmãs); trabalho em serviços (trabalhando como babá ou para terceiros em comércio como oficinas mecânicas, salões de beleza, etc.); trabalho agrícola (capinar e cuidar de animais) e o trabalho artesanal. É uma região onde grande parte da população vive em meio rural, com agricultura de sobrevivência, apresentando baixos índices no IDH, contribuindo para um alto índice de trabalho infantil.

Dentre o universo de crianças e adolescentes identificados em situação de vulnerabilidade, 74% encontrava-se em situação de trabalho infantil ou trabalho adolescente desprotegido no início do projeto. Nesses dois anos de atuação, a parceria já retirou 46% dessas crianças e adolescentes atendidas da situação de trabalho infantil e trabalho adolescente desprotegido. “É o início da nossa jornada de erradicação do trabalho infantil. É importante ver o sucesso de nossas ações numa região tão representativa para o nosso país, mais ainda negligenciada. Mostra que estamos no caminho certo com nossas parcerias e esforços”, ressalta Patricia Santin, Gerente da área de Infância e Adolescência da Fundação Telefônica Vivo.
Melhor de mim
ChildFund Brasil e Fundação Telefônica atuam na região por meio do projeto Melhor de mim, atendendo municípios do Vale do Jequitinhonha, mais especificamente Veredinha, Minas Novas, Jequitinhonha e Comercinho. Para o atendimento direto e assertivo, a ONG apoia uma organização em cada município atendido (AMPLIAR, ADECAVE, CONACREJE e ARAIC).

O projeto Melhor de Mim utiliza a metodologia Aflatoun de educação social e financeira para crianças e adolescentes como forma de estimular a poupança de recursos, não apenas financeiros, também o planejamento de sonhos e de vida. Essa foi uma estratégia inovadora para o enfrentamento ao trabalho infantil no Brasil.

A partir da educação dessas crianças espera-se também que suas famílias sejam indiretamente influenciadas para mudanças de comportamento no que diz respeito à poupança, consumo, e entendimento sobre os impactos do trabalho infantil.
Com apoio da Fundação Telefônica Vivo, o ChildFund Brasil promove além de atividades socioeducativas, conscientização das famílias e a comunidade em geral, por meio de seminários e encontros municipais a fim de gerar um impacto permanente e contribuir para erradicação do trabalho infantil.

Sobre a Fundação Telefônica Vivo

Criada em 1999, a Fundação Telefônica incorporou os projetos do Instituto Vivo em 2011, em função da fusão entre a Vivo e a Telefônica. A Fundação Telefônica Vivo acredita que conectando pessoas e instituições é possível transformar o futuro, tornando-o mais generoso, inclusivo e justo. Utiliza tecnologias de forma inovadora para potencializar a aprendizagem e o conhecimento, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e social. Suas principais áreas de atuação são: Combate ao Trabalho Infantil, Educação e Aprendizagem, Inovação Social e Voluntariado. O Grupo Telefônica possui, ainda, fundações em 16 países.

Fonte: Fundação Telefônica Vivo e MVL Comunicação

Madrinha da Grã-Bretanha visita afilhada de organização em Fortaleza



Ana Clara Martins da Costa, que participa da organização social parceira do ChildFund Brasil, Projeto Criança Feliz, de Fortaleza, recebeu uma visita muito especial, vinda de além-mar. Apadrinhada desde setembro de 2013, Ana Clara recebeu a visita de sua madrinha, a brasileira Thaís Clemente Lima, que mora na Grã-Bretanha.

Thaís Lima nos contou por e-mail a alegria proporcionada pela visita: "Fiquei muito feliz em poder ver pessoalmente o trabalho e todo o amor que é depositado nesse projeto. E é nítido que ele já vem gerando frutos, já que conheci uma das pedagogas que no passado foi uma criança apadrinhada pelo projeto e hoje em dia está dando a sua contribuição ao mesmo projeto que a acolheu".

No depoimento, Thaís Lima também reforçou a seriedade da organização Projeto Criança Feliz: "A visita reforçou ainda mais a minha ideia de que o projeto é serio e funciona sim. As crianças estão tendo oportunidades de vivenciar coisas que elas jamais teriam oportunidade se não fosse pelo projeto como aulas de violino, flauta, informática, canto, etc.  E eu tenho certeza que essa experiência fará deles adultos mais capacitados, experientes e, o melhor de tudo, FELIZES!"

A madrinha afirmou que visitará novamente a organização o projeto em sua próxima visita ao Brasil, além de investir para que o Projeto Criança Feliz ganhe novos padrinhos.
Se você quer seguir o exemplo de Thaís Lima e ver uma vida transformada, apadrinhe uma criança. Para isso, é simples, basta clicar aqui

11 abril 2014

Parceiro Nota Dez!

A revista Veja BH publicou recentemente uma matéria sobre o Grupo de Educação, Desenvolvimento e Apoio ao Menor (GEDAM), uma das Organizações Sociais Parceiras do ChildFund Brasil em Belo Horizonte. A matéria fala sobre o surgimento da organização e sobre o desenvolvimento da parceria com o ChildFund Brasil. Confira abaixo a entrevista com o Dr. Lippi, psiquiatra e fundador do GEDAM e se inspire neste Belo-Horizontino nota Dez!





10 abril 2014

Cris Guerra fala sobre o Apadrinhamento de Crianças para o Jornal Estado de Minas



Cris Guerra, blogueira e madrinha embaixadora do ChildFund Brasil, fala sobre o Apadrinhamento de Crianças para o Jornal Estado de Minas

O Jornal Estado de Minas publicou na coluna “Opinião” uma matéria em que a blogueira Cris Guerra fala sobre o Exercício da Solidariedade e o Apadrinhamento de Crianças do ChildFund Brasil. Confira abaixo o conteúdo completo e apadrinhe uma criança, e você que  já é padrinho, compartilhe com amor nas redes sociais!

Exercício da solidariedade
CRIS GUERRA - Escritora, blogueira, comunicadora e madrinha embaixadora da ONG ChildFund Brasil

Se existe uma seara em que minha esperança se renova é a da solidariedade. O impulso de ajudar o outro em momentos difíceis não é novo, mas continua sendo o princípio mais desafiador para cada pequeno ser em sua passagem pela Terra. Não se deve esquecer, contudo, o potencial transformador que essas atitudes representam para o crescimento interior do próprio indivíduo. Podemos chamar de empatia, caridade, amor ao próximo. O nome importa pouco - o significado é que surpreende. Quem experimenta ser solidário conhece a imensa sensação de prazer e bem estar que é abandonar seu universo particular e caminhar na direção do outro. Mesmo que pareça um ato pouco significativo em termos de ajuda, é um movimento que provoca mudanças profundas no estado de espírito. Quem recebe um ato solidário conquista benefícios, é claro. Mas quem oferta momentos de afago e carinho ao outro ganha ainda mais. Pesquisas indicam que trabalhos voluntários altruístas estimulam a alegria, aliviam tristezas e aumentam a imunidade, evitando doenças.
Pessoas que se sentem solidárias expressam mais satisfação pela vida e desenvolvem maior capacidade de lidar com as dificuldades. Em geral se tornam mais felizes e encontram sentido às ações e atitudes. A ajuda desinteressada também reflete na identidade pessoal social. Aumenta a autoestima e introduz sentido às nossas competências. Recompensa-nos com a alegria de contribuir para a felicidade de nossos semelhantes e nos dá a sensação de participar da melhoria da sociedade. Percebemos que somos um conjunto de seres pequeninos unidos em prol de algo maior. Atraída pela vontade de fazer alguma coisa, mínima que fosse, em 2003, segui o conselho de um amigo e apadrinhei uma criança do ChildFund Brasil – Fundo para Crianças. Uma organização cuja atuação é reconhecida internacionalmente na erradicação da pobreza infantil no país. A experiência de 11 anos de apadrinhamento me ensinou que é preciso muito pouco para fazer a diferença na vida de uma criança em situação de risco ou vulnerabilidade social. Entendi isso definitivamente quando, depois de alguns anos como madrinha, pude conhecer melhor o trabalho do ChildFund Brasil e passei a apoiá-lo também como embaixadora. Realizamos uma visita a Medina, cidade no Vale do Jequitinhonha onde mora meu afilhado Fernando. Conhecê-lo pessoalmente me permitiu compreendera dimensão que minha pequena ajuda tinha em sua vida.
Cerca de 16 milhões de brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza, sobrevivendo com até R$ 70 por mês. Mesmo não sendo diretamente responsáveis pelo que acontece na vida desses brasileiros, podemos, sim, ser causadores de uma grande mudança na vida delas. Praticar o bem eleva o espírito e salva o corpo também. Um exercício que todos nós deveríamos priorizar. Como a endorfina da atividade física, o hormônio que se espalha pelo nosso corpo ao dar um pequeno passo na direção de um universo diferente do nosso é transformador porque bombeia o afeto. E, como bem cantaram os Beatles, afeto sempre foi e continua sendo, definitivamente, o que o mundo mais precisa.

O emocionante depoimento de uma Ex-Apadrinhada


O ChildFund Brasil recebeu recentemente, através da página do Facebook,  o depoimendo da ex-apadrinhada Liduina Sousa. Liduina nos mostrou o quanto o apoio dos padrinhos e o trabalho do ChildFund Brasil e das Organizações Sociais Parceiras são importantes. Confira abaixo o conteúdo completo e compartilhe essa bela história!

“Olá meu nome é Liduina Luzia do Nascimento Sousa, tenho 32 anos e venho aqui deixar meu agradecimento ao ChildFund Brasil e em especial à Frente de Assistência à Criança Carente (FACC) diante de toda construção à minha personalidade, caratér e aprendizado de cultura de paz e lutas pelos direitos de nossas crianças e adolescentes.
Fui uma criança inscrita e apadrinhada, minha mãe é analfabeta, trabalhava de lavadeira e meu pai era pintor e só havia cursado até a 4º série do ensino fundamental.
Pessoas simples, mas dignas e que encontraram no FACC através da parceria do ChildFund Brasil um aliado para auxiliar e colaborar para a formação pessoal minha e de meu irmão Antônio Neto Nascimento. Nós não adquirimos riquezas financeiras, porém muito mais importante, adquirimos riquezas racionais e espirituais e ensinamentos valiosos que vão muito além do que o dinheiro poderia nos proporcionar.
E passado tantos anos o elo em nenhum momento foi cortado, pois meus filhos José Mário de 10 anos, José Marcos de 9 anos e Maria Lívia e Maria Lígia de 6 anos são hoje crianças inscritas e frequentadoras das atividades realizadas na Frente de Assistência à Criança Carente e que a cada dia eles aprendem mais e mais e praticam com exatidão todos os assuntos abordados na instituição.
Eu tive o prazer de fazer parte da diretoria da instituição durante os anos de 2010 a 2012 e fiquei bastante feliz e satisfeita em ver pessoalmente a transparência, dedicação e amor ao trabalho de Mônica Sillan, Ana Lídia Honorato, Mauricélia Lemos, Maria Oliveira Pereira Oliveira Pereira, Fernando Prado, Sara Leite, Edgle Chagas, Evellyn Ramos, Biro Araujo, Carlos Zanata, Ada Melo, Rose Barbosa Barbosa, Claúdia e Fernanda. Colabores ímpares que sempre buscaram fazer a diferença nas atividades e enriquecer culturalmente e eticamente nossas crianças e jovens, além de abordar temas e questionamentos levando todos ao exercício da cidadania e entendimento da cultura de paz e sempre na luta pela garantia dos direitos humanos e a extinção da violação dos mesmos. Deixo aqui minha gratidão a esses colaboradores, e que vossas missões na instituição e em nossas vidas sigam por muitos anos, em especial ao ChildFund Brasil - Fundo para Crianças que investem e acreditam neste trabalho. Obrigada Frente de Assistência à Criança Carente por transformar vidas e sonhos em realidade. Eu fui uma criança apadrinhada e hoje eu sou uma cidadã.”